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sexta-feira, 8 de julho de 2016

Gastos irregulares com locação de veículos, combustíveis e merenda reprovam contas de prefeito


Sessão Pleno 06-07-16
O Tribunal de Contas da Paraíba, reunido nesta quarta-feira (6), emitiu parecer contrário à aprovação das contas de 2013 do prefeito de Passagem, Magno Silva Martins, a quem impôs débito superior a R$ 280 mil relacionado a despesas excessivas com combustíveis, gastos irregulares com locação de veículos e merenda escolar. Da decisão tomada conforme voto do conselheiro Marcos Costa, relator do processo, ainda cabe recurso.
O prefeito de Araçagi, José Alexandrino Primo, teve as contas de 2013 desaprovadas pelo TCE em virtude do não recolhimento de contribuições previdenciárias descontadas dos servidores municipais. Ele ainda pode recorrer da decisão tomada por maioria de votos.
O TCE aprovou as contas de 2014 dos prefeitos de Lagoa de Dentro (Fabiano Pedro da Silva) e Belém (Edgard Gama, em grau de recurso), além das contas de 2013 das Câmaras Municipais de Bom Sucesso e Pilões, também em fase recursal. Ainda houve aprovação às de 2012 da Casa Civil do Governador e da Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social, com ressalvas.
Conduzida pelo vice-presidente André Carlo Torres Pontes (no exercício da Presidência, em razão de viagem institucional do titular Arthur Cunha Lima), a sessão plenária teve as participações dos conselheiros Arnóbio Viana, Nominando Diniz, Fábio Nogueira e Marcos Costa. Também, dos conselheiros substitutos Antonio Cláudio Silva Santos, Oscar Mamede e Renato Sérgio Santiago Melo. O Ministério Público de Contas esteve representado pelo subprocurador geral Manoel Antonio dos Santos Neto.

Ascom/TCE-PB – 06.07.2016

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Programa Gira Mundo realiza teste com estudantes da região de Patos para intercâmbio entre Brasil/Canadá

 
Dezenas de estudantes que estão inseridos na 6ª Gerência Regional de Educação (6ª GRE) realizaram na tarde desta quarta-feira, dia 06, no Instituto Federal de Ciência e Tecnologia da Paraíba, Campus Patos (IFPB/Patos), uma prova para concorrer a 4 vagas no Programa Gira Mundo, que promove intercâmbio cultural internacional entre o Brasil e o Canadá em 2016.
800 estudantes do ensino médio da rede pública estadual foram selecionados de acordo com as suas médias escolares em matemática, português e inglês para participar do intercâmbio, sendo que de cada região da Paraíba foram selecionados uma quantidade específica. Os 800 estudantes realizam provas em suas regionais e nesta quarta-feira ocorreu o teste de inglês para selecionar por capacidade os que irão passar 5 meses no Canadá morando em casas de
Carlos Gabí e Daniel Ferreira
canadenses.
Serão 50 estudantes em todo o Estado que terão todas as despesas pagas pelo Governo do Estado da Paraíba e receberão uma bolsa mensal de R$ 700,00 que serão transformados em dólar para eventuais necessidades extras. 3 professores que já estão envolvidos nos cursos preparatórios acompanharão os estudantes paraibanos durante a estadia no Canadá. Tanto professores como estudantes participarão de atividades educacionais no Canadá para servir de base cultural do intercâmbio inédito.
Parcerias com Portugal, Finlândia, Alemanha e Estados Unidos também serão firmadas entre o Governo do Estado da Paraíba para garantir a expansão do intercâmbio. De acordo com Daniel Ferreira, coordenador do Programa Gira Mundo, o programa está sendo discutido com demais países em busca de mais expansão para proporcionar experiências sadias entre jovens paraibanos.
O professor Carlos Gabí, gerente da 6ª GRE, em Patos, disse que a gerência participa com 49 estudantes desde o início do Programa Gira Mundo e comentou que espera com muita ansiedade os jovens que serão selecionados através de suas notas da prova. O resultado do teste será divulgado no dia 15 de julho de 2016.


Patosonline.com

Por que um problema simples é um dos buracos negros da matemática

BBC
Da BBC
Mapa fractal de Collatz na vizinhança de uma reta real" - belo mas indecifrável, sobretudo para quem não conhece a matemática (Foto: POKIPSY76)Mapa fractal de Collatz na vizinhança de uma reta real" - belo mas indecifrável, sobretudo para quem não conhece a matemática (Foto: POKIPSY76)
Simples não significa fácil.
E este problema, um dos buracos negros da matemática, é prova disso.
Ele começa dando muitas possibilidades de como chamá-lo: talvez a denominação mais comum seja conjectura de Collatz, em referência ao matemático alemão Lothar Collatz, o primeiro a propô-lo, em 1937.
Mas é possível encontrá-lo como conjectura de Ulam (pelo matemático polonês-americano Stanisław Marcin Ulam), problema de Kakutani (pelo matemático nipo-americano Shizuo Kakutani), conjectura de Thwaites (pelo acadêmico britânico Bryan Thwaites), algoritmo de Hasse (pelo matemático alemão Helmut Hasse) ou problema de Siracusa.
E não é tudo: a sequência em questão também pode ser chamada de números de granizo ou números maravilhosos.
O nome mais descritivo talvez seja conjectura de 3n + 1.
Simplicidade complexa
Mas não é isso que desafia os matemáticos: seja qual for o nome, continua sendo o problema impossível mais simples de todos.
Qualquer pessoa que saiba somar, dividir e multiplicar pode entender do que se trata, seguir a sequência de números e até tentar resolvê-lo.
Desde os anos 1930, contudo, ninguém conseguiu explicá-lo, prová-lo ou refutá-lo.
Em algum momento especulou-se que a conjectura pudesse ser uma estratégia soviética para distrair os cientistas.
Deste modo, antes de apresentar o problema, vale lembrar uma advertência de um dos matemáticos mais produtivos - e excêntricos - do século 20, o húngaro Paul Erdős:
"A matemática não está pronta para este tipo de problema (...) Absolutamente impossível."
Eis o problema:
Comece com um número natural inteiro qualquer (1, 2, 3, 4, 5...).
Depois aplique essas mesmas regras simples ao resultado.
Comecemos com 10, que é par.
10 ÷ 2 = 5, que é ímpar, então aplicamos a segunda regra.
5 x 3 = 15 + 1 = 16.
Como é par... 16 ÷ 2 = 8
8 ÷ 2 = 4
4 ÷ 2 = 2
2 ÷ 2 = 1
Até aqui, simples.
O que torna o problema intrigante é que não importa com qual número comece, eventualmente sempre chegará a 4, que se converte em 2 e termina em 1.
Pelo menos é esse o caso com todos os números que foram testados, e já se tentou usar alguns quase absurdos.
Jason Davies, programador que faz excelentes visualizações de dados, criou um gráfico sobre a conjectura de Collatz: todos os números levam ao 1.
Supercomputadores fizeram o problema com números que vão até aproximadamente 5.764.607.500.000.000.000.
Todos eventualmente chegam a 2 ÷ 2 = 1.
Contudo, como os números são infinitos, isso não prova que esse seja o caso para todos os números naturais.
Mas como não se encontrou uma exceção, tampouco há provas de que não seja assim.
Outra questão é resolver o eterno por quê. Por que os números se comportam assim?
Granizo
O problema chega sempre ao mesmo ponto, não importa como.
A confusão é que na hora de resolvê-lo desenhando um algoritmo (sequência finita de regras, raciocínios ou operações que permite solucionar classes semelhantes de problemas), há pedras de gelo no caminho.
Como o granizo nas nuvens antes de cair, os números saltam de um lugar ao outro antes de chegar ao 4, 2, 1.
Uns mais e outros menos, sem sentido aparente.
Interações necessárias para chegar a 4, 2, 1 para os números de 2 a 10.000.000
A maior quantidade de escalas que faz um número inicial menor de 100 milhões para chegar a 4, 2, 1 é 986.
Mas enquanto a "viagem" é mais curta para os múltiplos de 2, outros levam mais tempo.
Um exemplo citado com frequência é a comparação entre os números 8.192 e 27.
O 8.192 leva 13 passos para chegar ao final aparentemente inescapável: 4, 2, 1.
O número 27 não apenas leva 111 passos para chegar, mas no caminho sobe até 9.232 antes de poder alcançar o 4, 2, 1.
A ausência de padrões dificulta ainda mais resolver uma conjectura já classificada como impossível.
Se o problema é quase impossível, vale a pena continuar tentando desvendá-lo?
Curioso e relevante?
Se o problema é tão difícil, e talvez impossível, vale a pena continuar tentando resolvê-lo?
"Quando passar dias ou semanas tentando, em vão, resolver um problema, pense no pobre Sísifo e em sua pedra", aconselhou o geometrógrafo Coxeter.
"Como (o matemático alemão) Felix Behrend diz ao final de seu livro, 'Sísifo e sua pedra são símbolos do homem e de sua eterna luta, incessante, inalcançável e, contudo, sempre triunfal. O que mais se pode pedir?'"
Poético, mas se isso não o convence sobre a importância de esclarecer esse mistério, recorramos aos especialistas do Mathematics Stack Exchange, site de perguntas e respostas para pessoas que estudam matemática em qualquer nível e profissionais de áreas relacionadas.
"Os matemáticos suspeitam que solucionar a conjectura de Collatz abrirá novos horizontes e desenvolverá novas e importantes técnicas na teoria dos números", disse Greg Muller.
"O problema de Collatz é suficientemente simples para que qualquer pessoa o entenda, e não se relaciona apenas com a teoria dos números, mas com problemas de decidibilidade, o caos e com fundamentos da matemática de computação. Melhor impossível", escreveu o usuário Matt.
"Outra razão é que, por ser fácil de apresentar e entender, tem potencial de atrair jovens para a matemática. Eu mesmo soube de sua existência no ensino médio e não resisti a seu encanto", comentou Derek Jennings.
Jason Davies, programador que faz excelentes visualizações de dados, criou um gráfico sobre a conjectura de Collatz: todos os números levam ao 1  (Foto: Jason Davies)Jason Davies, programador que faz excelentes visualizações de dados, criou um gráfico sobre a conjectura de Collatz: todos os números levam ao 1 (Foto: Jason Davies)

Por que um problema simples é um dos buracos negros da matemática

BBC
Da BBC
Mapa fractal de Collatz na vizinhança de uma reta real" - belo mas indecifrável, sobretudo para quem não conhece a matemática (Foto: POKIPSY76)Mapa fractal de Collatz na vizinhança de uma reta real" - belo mas indecifrável, sobretudo para quem não conhece a matemática (Foto: POKIPSY76)
Simples não significa fácil.
E este problema, um dos buracos negros da matemática, é prova disso.
Ele começa dando muitas possibilidades de como chamá-lo: talvez a denominação mais comum seja conjectura de Collatz, em referência ao matemático alemão Lothar Collatz, o primeiro a propô-lo, em 1937.
Mas é possível encontrá-lo como conjectura de Ulam (pelo matemático polonês-americano Stanisław Marcin Ulam), problema de Kakutani (pelo matemático nipo-americano Shizuo Kakutani), conjectura de Thwaites (pelo acadêmico britânico Bryan Thwaites), algoritmo de Hasse (pelo matemático alemão Helmut Hasse) ou problema de Siracusa.
E não é tudo: a sequência em questão também pode ser chamada de números de granizo ou números maravilhosos.
O nome mais descritivo talvez seja conjectura de 3n + 1.
Simplicidade complexa
Mas não é isso que desafia os matemáticos: seja qual for o nome, continua sendo o problema impossível mais simples de todos.
Qualquer pessoa que saiba somar, dividir e multiplicar pode entender do que se trata, seguir a sequência de números e até tentar resolvê-lo.
Desde os anos 1930, contudo, ninguém conseguiu explicá-lo, prová-lo ou refutá-lo.
Em algum momento especulou-se que a conjectura pudesse ser uma estratégia soviética para distrair os cientistas.
Deste modo, antes de apresentar o problema, vale lembrar uma advertência de um dos matemáticos mais produtivos - e excêntricos - do século 20, o húngaro Paul Erdős:
"A matemática não está pronta para este tipo de problema (...) Absolutamente impossível."
Eis o problema:
Comece com um número natural inteiro qualquer (1, 2, 3, 4, 5...).
Depois aplique essas mesmas regras simples ao resultado.
Comecemos com 10, que é par.
10 ÷ 2 = 5, que é ímpar, então aplicamos a segunda regra.
5 x 3 = 15 + 1 = 16.
Como é par... 16 ÷ 2 = 8
8 ÷ 2 = 4
4 ÷ 2 = 2
2 ÷ 2 = 1
Até aqui, simples.
O que torna o problema intrigante é que não importa com qual número comece, eventualmente sempre chegará a 4, que se converte em 2 e termina em 1.
Pelo menos é esse o caso com todos os números que foram testados, e já se tentou usar alguns quase absurdos.
Jason Davies, programador que faz excelentes visualizações de dados, criou um gráfico sobre a conjectura de Collatz: todos os números levam ao 1.
Supercomputadores fizeram o problema com números que vão até aproximadamente 5.764.607.500.000.000.000.
Todos eventualmente chegam a 2 ÷ 2 = 1.
Contudo, como os números são infinitos, isso não prova que esse seja o caso para todos os números naturais.
Mas como não se encontrou uma exceção, tampouco há provas de que não seja assim.
Outra questão é resolver o eterno por quê. Por que os números se comportam assim?
Granizo
O problema chega sempre ao mesmo ponto, não importa como.
A confusão é que na hora de resolvê-lo desenhando um algoritmo (sequência finita de regras, raciocínios ou operações que permite solucionar classes semelhantes de problemas), há pedras de gelo no caminho.
Como o granizo nas nuvens antes de cair, os números saltam de um lugar ao outro antes de chegar ao 4, 2, 1.
Uns mais e outros menos, sem sentido aparente.
Interações necessárias para chegar a 4, 2, 1 para os números de 2 a 10.000.000
A maior quantidade de escalas que faz um número inicial menor de 100 milhões para chegar a 4, 2, 1 é 986.
Mas enquanto a "viagem" é mais curta para os múltiplos de 2, outros levam mais tempo.
Um exemplo citado com frequência é a comparação entre os números 8.192 e 27.
O 8.192 leva 13 passos para chegar ao final aparentemente inescapável: 4, 2, 1.
O número 27 não apenas leva 111 passos para chegar, mas no caminho sobe até 9.232 antes de poder alcançar o 4, 2, 1.
A ausência de padrões dificulta ainda mais resolver uma conjectura já classificada como impossível.
Se o problema é quase impossível, vale a pena continuar tentando desvendá-lo?
Curioso e relevante?
Se o problema é tão difícil, e talvez impossível, vale a pena continuar tentando resolvê-lo?
"Quando passar dias ou semanas tentando, em vão, resolver um problema, pense no pobre Sísifo e em sua pedra", aconselhou o geometrógrafo Coxeter.
"Como (o matemático alemão) Felix Behrend diz ao final de seu livro, 'Sísifo e sua pedra são símbolos do homem e de sua eterna luta, incessante, inalcançável e, contudo, sempre triunfal. O que mais se pode pedir?'"
Poético, mas se isso não o convence sobre a importância de esclarecer esse mistério, recorramos aos especialistas do Mathematics Stack Exchange, site de perguntas e respostas para pessoas que estudam matemática em qualquer nível e profissionais de áreas relacionadas.
"Os matemáticos suspeitam que solucionar a conjectura de Collatz abrirá novos horizontes e desenvolverá novas e importantes técnicas na teoria dos números", disse Greg Muller.
"O problema de Collatz é suficientemente simples para que qualquer pessoa o entenda, e não se relaciona apenas com a teoria dos números, mas com problemas de decidibilidade, o caos e com fundamentos da matemática de computação. Melhor impossível", escreveu o usuário Matt.
"Outra razão é que, por ser fácil de apresentar e entender, tem potencial de atrair jovens para a matemática. Eu mesmo soube de sua existência no ensino médio e não resisti a seu encanto", comentou Derek Jennings.
Jason Davies, programador que faz excelentes visualizações de dados, criou um gráfico sobre a conjectura de Collatz: todos os números levam ao 1  (Foto: Jason Davies)Jason Davies, programador que faz excelentes visualizações de dados, criou um gráfico sobre a conjectura de Collatz: todos os números levam ao 1 (Foto: Jason Davies)

TRE inscreve até hoje para 46 vagas de estágio


TRE-PB
Termina às 23h59 desta quinta-feira (7) o prazo de inscrição para o preenchimento de 46 vagas, mais cadastro de reserva, no Processo Seletivo de Estágio para o quadro de vagas de nível superior do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB). As remunerações são de R$ 800 mais vale transporte. A inscrição é gratuita e você pode fazê-la clicando aqui.
As vagas são para estudante de Administração, Arquitetura, Arquivologia, Ciências Contábeis, Comunicação em Mídias Digitais, Comunicação Social (área de jornalismo), Direito, Engenharia Civil, Informática (nas áreas de desenvolvimento, suporte, redes e web design) e Tecnologia em Automação Industrial (área de manutenção de equipamentos).
Os estagiários vão ter uma carga horário semanal de 20 horas. Confira aqui o edital.
MaisPB

TRE inscreve até hoje para 46 vagas de estágio


TRE-PB
Termina às 23h59 desta quinta-feira (7) o prazo de inscrição para o preenchimento de 46 vagas, mais cadastro de reserva, no Processo Seletivo de Estágio para o quadro de vagas de nível superior do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB). As remunerações são de R$ 800 mais vale transporte. A inscrição é gratuita e você pode fazê-la clicando aqui.
As vagas são para estudante de Administração, Arquitetura, Arquivologia, Ciências Contábeis, Comunicação em Mídias Digitais, Comunicação Social (área de jornalismo), Direito, Engenharia Civil, Informática (nas áreas de desenvolvimento, suporte, redes e web design) e Tecnologia em Automação Industrial (área de manutenção de equipamentos).
Os estagiários vão ter uma carga horário semanal de 20 horas. Confira aqui o edital.
MaisPB

Um homem usou uma capa de iPhone em formato de arma no aeroporto. Adivinha o que aconteceu?

Um cidadão achou o máximo comprar uma capinha para o seu iPhone, que usada no bolso dava a impressão de estar portando uma arma. Aí foi para o aeroporto com ela e a partir daí não é difícil imaginar o que aconteceu.
Ele foi barrado pela polícia do aeroporto de Stansted, próximo de Londres, e pode ser processado por ameaça à ordem pública e por portar uma falsa arma de fogo em público.
Arma caseArma case
A capa, apesar de ser inofensiva na prática, causa confusão visual ao ser colocada no bolso e ficar uma parte para fora, dando a ilusão de que é um revólver de verdade. Considerando os recentes atentados terroristas em aeroportos europeus e que um brasileiro já foi morto pela polícia em Londres por muito menos que isso, é de se questionar a inteligência de alguém que resolve usar uma capa como esta em público.
A polícia londrina já avisou que não irá tolerar este tipo de acessório em aeroportos e estações de metrô, solicitando aos cidadãos para evitar este tipo de coisa, que desvia a atenção das autoridades de reais ameaças públicas.
Mais informações: Twitter da Polícia de Essex
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