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sábado, 12 de setembro de 2015

Cristiano Ronaldo faz 5 gols na vitória do Real sobre o Espanyol

Cristiano Ronaldo comemora a vitória do Real Madrid em partida da liga espanhola
Cristiano Ronaldo comemora a vitória do Real Madrid em partida da liga espanhola(Albert Gea/Reuters)
Sem marcar gols desde julho, Cristiano Ronaldo quebrou o jejum em grande estilo neste sábado ao marcar cinco gols na goleada sobre o Espanyol por 6 a 0 em partida da terceira rodada do Campeonato Espanhol.
Cristiano havia passado em branco nas sete vezes anteriores em que entrou em campo, cinco delas pelo Real e duas pela seleção portuguesa.
Foram necessários apenas sete minutos de bola rolando para que o português marcasse o primeiro. Modric acionou o atacante, que chutou cruzado e abriu o placar. Aos 17, Álvaro cometeu pênalti em Bale. Ronaldo, considerado o melhor jogador do mundo pela FIFA, foi para a bola e converteu a cobrança.
O português fez o terceiro três minutos depois, aproveitando cruzamento de Bale. Sem diminuir o próprio ritmo, o artilheiro do dia atacou de garçom e serviu Benzema, que aumentou, aos 29.
A equipe visitante já não atacava com tanta força na etapa final, mas continuou eficiente e marcou mais dois. Aos 17 minutos, com outra assistência de Bale, Cristiano fez 5 a 0. Aos 35, Lucas Vázquez, ex-jogador do Espanyol, acionou o artilheiro português, que fechou a conta.
O Real, que contou com os brasileiros Marcelo e Casemiro entre os titulares, se prepara agora para a estreia na Liga dos Campeões. O time dirigido por Rafa Benítez medirá forças com o Shakhtar Dnoketsk na próxima terça-feira, no Estádio Santiago Bernabéu.
(com EFE)

Governo já cortou quase 800 mil famílias do Bolsa-Família

bolsa-familiaPrimeiro, chega a “cartinha”. Com carimbo do Ministério do Desenvolvimento Social, ela pede ao beneficiário do Bolsa Família que se apresente na prefeitura da cidade para agendar a visita de um assistente social à sua casa. A partir desse momento, o dinheiro do programa já para de entrar na conta da família. Semanas depois, o assistente social toca a campainha. Prancheta, caneta e almofadinha de carimbo na mão (para os casos em que o beneficiado não sabe escrever), ele faz perguntas sobre cada morador da casa: quem estuda, quem trabalha, quanto ganha. Caso note a presença de uma moto, de uma TV de LED ou de qualquer elemento que destoe do cenário de pobreza obrigatório, indaga quando a família adquiriu o bem e com que recursos. Encerrada a entrevista, pede ao beneficiário que assine o formulário preenchido e encaminha o papel à prefeitura. Feito isso, o resultado é quase sempre o mesmo: adeus, Bolsa Família. Poucos dos que recebem a visita do assistente social conseguem manter o benefício.
Sem anúncio nem alarde, o governo federal começou a passar a tesoura nos programas sociais. O Bolsa Família, carro-chefe da administração petista, sofreu neste ano o mais profundo corte desde que foi criado, há onze anos. Apenas no primeiro semestre de 2015, 782.313 famílias deixaram de receber o benefício.
Para diminuir os custos do programa sem admitir sua redução, o governo passou a promover um pente-fino silencioso entre os cadastrados. Desde maio, vem cruzando seus dados com informações do INSS e do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), por exemplo. O objetivo é identificar quem possui bens incompatíveis com o teto de renda permitido aos participantes do programa (até 154 reais por membro da família, o que torna difícil a compra de um carro, por exemplo) ou está acumulando benefícios indevidamente. Os que já recebem a aposentadoria rural de um salário mínimo não podem ganhar Bolsa Família. Também estão impedidos de integrar o programa pescadores que recebem o seguro-defeso – pago durante o período de procriação dos peixes. Esse veto surgiu de uma portaria criada pelo governo federal em março deste ano. Desde então, em cidades do Nordeste que vivem da pesca, como Saubara, na Bahia, a queda no número de beneficiários do Bolsa Família foi de quase 70%.
Veja

Mega-Sena pode pagar R$ 30 milhões neste sábado


Do G1, em São Paulo
Mega-sena aposta casa lotérica sorteio loteria (Foto: Paola Fajonni/G1)Com prêmio, ganhador poderá comprar 46 carros
esportivos de luxo (Foto: Paola Fajonni/G1)
O sorteio do concurso 1.741 da Mega-Sena, que será realizado neste sábado (12), poderá pagar o prêmio de R$ 30 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio será realizado a partir das 20h (horário de Brasília), na cidade de Juiz de Fora (MG).

De acordo com a Caixa Econômica Federal (CEF), se um apostador levar o prêmio sozinho e aplicá-lo integralmente na poupança, receberá cerca de R$ 217,6 mil por mês em rendimentos, o equivalente a R$ 7,2 mil por dia. Caso prefira, poderá adquirir 25 imóveis no valor de R$ 1,2 milhão cada, ou uma frota de 46 carros esportivos de luxo.
Para apostar
As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.

Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Rebaixamento não é culpa do Congresso, dizem Cunha e Renan

Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em Brasília
Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou que, se não for restabelecida a confiança 
Veja
Ao comentar o rebaixamento do grau de investimento do Brasil, os presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), unificaram o discurso de que o Congresso não é culpado pela perda do selo de bom pagador. Nesta quarta-feira, em decisão que deve agravar a crise econômica no país, a agência de classificação de risco Standard & Poor's reduziu a nota brasileira de BBB- para BB+, o que tira o Brasil da lista dos países considerados "investment grade" (ou "grau de investimento") e o coloca entre os "especulativos".
Em posicionamento duro, Cunha, presidente do Congresso, jogou a culpa do rebaixamento sobre o colo do Planalto. "A verdade é que o governo não está conseguindo fazer a parte dele. A arrecadação caiu violentamente, o governo não sinaliza que as despesas não vão ser aumentadas e não tem a confiança do mercado, dos investidores e dos consumidores para manter a atividade econômica. Se não restabelecer isso, não vai recuperar", afirmou.
Um dos principais desafetos do governo, Cunha reconheceu as divergências políticas, mas reforçou que todas as propostas econômicas apresentadas pelo governo, como as medidas provisórias do ajuste fiscal e a reoneração da folha de pagamento, foram aprovadas pela Câmara. "O Congresso não negou nada que o governo pediu, inclusive de aumento tributário. Então, não adianta dizer que tem crise de relacionamento com o Congresso que não é essa a causa da redução do rating. Quem mandou o orçamento deficitário foi o governo. Efetivamente, nós temos problemas sim, mas é preciso que o governo faça primeiro a sua parte", afirmou o peemedebista.
Na mesma linha, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que busca se cacifar como um dos solucionadores da crise, buscou ressaltar a agenda anti-crise, apresentada pelo Senado, com propostas para reerguer a economia. "O Legislativo colaborou, aprovou o ajuste fiscal e apresentou a chamada Agenda Brasil, que é a única maneira de reverter a expectativa com relação ao grau de investimento. Avançar na regulação, nas reformas estruturais e preservar o interesse do país: isso tem de unir a todos nesse momento", afirmou o peemedebista.
Ontem, Cunha e Renan já haviam ensaiado um discurso similar ao comentarem o aumento de impostos. Seguindo posicionamento com a cúpula do PMDB, os dois rechaçaram, ao menos por ora, qualquer nova taxação e defenderam que o governo enxugue a máquina para poupar gastos.

Em reunião, Dilma admite dificuldades, pede cortes e determina unidade

Na longa reunião desta quinta-feira com a coordenação política, a presidente Dilma Rousseff priorizou dar uma resposta à agência de classificação de risco Standard & Poor´s, que tirou o grau de investimento do país
Ao lado de ministros e do vice-presidente Michel Temer, Dilma levantou os dois principais pontos criticados pela agência para o rebaixamento. Ela, primeiro, pediu agilidade e urgência nos cortes do governo. Em segundo lugar, ressaltou a necessidade de unidade e coesão da equipe.
Um dos principais pontos sublinhados pela S&P foi a falta de coesão da equipe de Dilma no enfrentamento da crise econômica. A crítica era uma avaliação clara de que o titular da Fazenda, Joaquim Levy, estava sendo boicotado por outros integrantes do governo.

Segundo um dos participantes da reunião, só depois de anunciados cortes expressivos de gastos, que devem ser feitos em breve, é que o governo deverá negociar com o Congresso novas propostas para aumentar a arrecadação.

Nas palavras desse participante da equipe, existem várias propostas do setor financeiro, do setor produtivo e do próprio Congresso para aumentar contribuições e tributos.

Uma das prioridades nesse primeiro momento é ressaltar como reação à crise o projeto de lei sobre repatriação de recursos brasileiros não declarados no exterior, enviado hoje ao Congresso, que para o governo vai criar condições para a reforma do ICMS.

A estratégia do Planalto é enfatizar que o projeto foi construído em acordo com a Câmara e com o Senado. É uma tentativa de mostrar que ainda há diálogo político com o Congresso e com a base aliada, mesmo diante da gravidade da crise de governabilidade.

Dilma ressaltou mais uma vez o compromisso de chegar aos cerca de R$ 65 bilhões para alcançar a meta de 0,7% de superávit primário em 2016, proposta por Levy.

Ao Blog, um outro ministro que participou da reunião avaliou de forma reservada que hoje ficou claro para o governo que foi um erro ter enviado um déficit orçamentário de R$ 30 bilhões ao Congresso. Para o governo, isso acabou antecipando a perda de grau de investimento pela agência S&P.

Há uma força-tarefa dos integrantes da equipe econômica para apresentar as medidas o mais rápido possível, inclusive cobrados pela presidente Dilma Rousseff.

"O governo não vai negar nenhuma das dificuldades e também não nega o balizamento feito pela agência de classificação de risco. O cenário já não era positivo, o governo sabia que iria enfrentar esses problemas", disse um ministro que participou da reunião. "Agora o governo vai tomar medidas para buscar o superávit primário", concluiu.

As medidas passam por uma reforma da máquina administrativa, a necessidade de melhorar a qualidade dos gastos e também a busca por um aumento transitório da receita, que seria mexer em alíquotas e contribuições. "A prioridade agora é reduzir o custeio", observou um ministro.

Na reunião, o ministro Nelson Barbosa (Planejamento) apresentou um gráfico que mostra que a nota do Brasil pela S&P voltou ao mesmo patamar que era em 2007. Já o vice Michel Temer ressaltou a unidade da equipe em busca de uma solução para a crise atual.
"O governo vai ter que cortar na própria carne", reforçou um ministro.

Enquanto isso, Levy está preparando uma entrevista coletiva para o início da tarde, para analisar o que foi apresentado pela agência S&P

G1

Após lançamentos, Apple reduz preço do iPhone no Brasil; veja os descontos

                     Por: Blog do Gordinho                       
iphone6sA Apple anunciou, nesta quarta-feira (9), os iPhone 6S e iPhone 6S Plus. Durante evento nos Estados Unidos, a companhia também aproveitou para apresentar o iPad Pro, com a Apple Pencil e tela de 12,9 polegadas, além dos novos recursos do sistema operacional watchOS, para o Apple Watch, e da Apple TV.
Com o lançamento dos smartphones top de linha, o preço dos modelos anteriores diminuiram – entre eles, os iPhone 6 e iPhone 6 Plus. É verdade que o desconto não torna os aparelho baratos, mas pode ajudar aqueles que estavam aguardando as novidades da Apple para comprar as versões antigas da companhia.
No início desse ano, a Apple já havia aumentado o valor oficial dos iPhones e iMacs. Na época, o preço de todos os celulares subiu R$ 300. Como agora a companhia abaixou o custo dos aparelhos em R$ 400, na verdade, os modelos antigos estão apenas R$ 100 mais em conta em relação ao valor que tinham em janeiro.
O detalhe é que o iPhone 6 de 16 GB apenas voltou para o preço do início do ano, antes do aumento. Isso porque ele ficou apenas R$ 300 mais barato, em vez de de ter o preço diminuído em R$ 400, como todos os outros.
Vale destacar que a Apple não inclui na lista o iPhone 5C – que deve ser abandonado pela fabricante – e as versões de 128 GB do iPhones 6 e 6 Plus. Veja, abaixo, os novos valores dos smartphones:
Modelo                        Antes                     Agora
iPhone 5S – 16 GBR$ 2.499,00R$ 2.299,00
iPhone 5S – 32 GBR$ 2.899,00R$ 2.499,00
iPhone 6 – 16 GBR$ 3.499,00R$ 3.199,00
iPhone 6 – 64 GBR$ 3.899,00R$ 3.499,00
iPhone 6 Plus – 16 GBR$ 3.899,00R$ 3.499,00
iPhone 6 Plus – 64 GBR$ 4.299,00R$ 3.799,00

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Trócolli pondera sobre saída do PMDB e não confirma apoio a candidatura de Manoel Junior

Por: Ilana Almeida                        
TROCOLLIO deputado estadual Trócolli Junior afirmou que ainda é cedo para debater a saída do PMDB. Para o deputado, o partido precisa se pronunciar a respeito dos espaços nos diretórios municipais e, embora não tenha confirmado apoio a candidatura de Manoel Junior, Trócolli disse, na manhã de hoje, que segue a orientação do partido.
A principal reivindicação dos deputados é que os espaços reservados para os mais votados sejam garantidos em todas as cidades. “A intenção de que os espaços que sempre foram dos deputados estaduais mais votados nos municípios sejam respeitados”, destacou.
A respeito do possível ingresso em outra legenda, o deputado garantiu que irá aguardar um pouco mais de tempo até tomar a decisão. “Quanto a atitude que iremos tomar, estamos num momento de bastante reflexão e quando a poeira baixar, nós vamos tomar as decisões convenientes”, disse Junior.
O parlamentar adiantou que quer ficar no PMDB, mas se não der, ele seguirá Gervásio Maia na escolha por outra legenda.
O deputado não confirmou apoio a candidatura de Manoel Junior por entender que é cedo para falar sobre uma candidatura que pode nem ser registrada. “Apoio o meu partido em qualquer orientação. Mas ainda falta um ano e meio para eleição e no período adequado quando chegar 30 de junho de 2016 eu vou me pronunciar. Até lá muita coisa pode mudar”, concluiu.

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