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domingo, 9 de agosto de 2015

Estudante de Contabilidade de 20 anos é escolhida Miss Paraíba


A bela Ariádine Maroja conquistou o júri na Paraíba
A bela Ariádine Maroja conquistou o júri na Paraíba
A praça de eventos do Mangabeira Shopping, em João Pessoa, foi palco do Miss Paraíba 2015. O concurso, que reuniu 20 candidatas, destacou a beleza de Ariádine Maroja, de Mamanguape, que conquistou a coroa e a faixa, assim como a participação no Miss Brasil 2015. Ariádine tem 1,78m, 20 anos e estuda Contabilidade.
A miss Monteiro, Tácia Lima, ficou com o segundo lugar, seguida pelas misses Souza, Rayra Lira, Bananeiras, Maria Clara Farias, e Patos, Vanessa Queiroz, terceiro, quarto e quinto lugar, respectivamente.
O júri foi bastante diverso, formado por fotógrafo, colunista social, publicitário, personal stylist, entre outras áreas de destaque. O músico Ramon Schnayder foi a principal atração da noite e animou a plateia com hits do forró.
Ariádine, que sucede Larissa Muniz, será premiada com um fim de semana em uma praia do Nordeste brasileiro com todas as despesas pagas e irá ganhar também uma joia e um celular.
Além da vencedora, se destacaram as misses de Bananeiras, escolhida pelo voto popular, e de Sapé, Ana Carolina Oschery, eleita Miss Simpatia pelas companheiras do concurso.
Band

Pesquisa: ‘maça do amor’ é o maior sucesso da Festa das Neves


Maça do amor
O sentimento das pessoas que vivem em João Pessoa ou visitam a cidade durante a Festa das Neves foi acompanhado, este ano, por uma pesquisa que externou o amor pela tradição ainda mantido em muitos paraibanos. As curiosidades em relação à festa da padroeira foram acompanhadas nas redes sociais dos dias 6 de julho a 6 de agosto por meio de 4,5 mil menções no facebook, twitter e instagram. E o resultado revelou que, para os internautas, a data tem gosto de maçã do amor e ainda mantém a pureza de uma criança.
De acordo com a pesquisa realizada WEI Inteligência – Consultoria de Pesquisa de Mercado -, 65,63% das menções diziam que a maçã do amor é a comida mais popular da Festa das Neves. Bem atrás aparece o espetinho tido, por 12,50% dos envolvidos em redes sociais, como a melhor comida do evento. Foram citados, ainda, o cachorro quente (9,38%), a pipoca (9,38%) e o morango do amor (3,13%).
Os brinquedos mostram, segundo os dados da avaliação, que a festa ainda mantém a pureza de uma criança. E o preferido dos pequeninos e também dos adultos é o carrossel, citado por 33,33% dos internautas. A tradicional Monga foi a segunda atração mais citada na categoria de brinquedos mais populares (27,78%), seguida pela montanha russa (13,89%), roda gigante (11,11%), pula-pula (8,33%) e tiro ao alvo (5,56%).
Correio da Paraíba

sábado, 8 de agosto de 2015

Preços de imóveis no Brasil seguem abaixo da inflação em julho


O mercado imobiliário na cidade de São Paulo
No acumulado do ano até julho, a queda real dos preços ficou em 4,94% (Ivan Pacheco/VEJA)
Pelo nono mês consecutivo, a alta mensal dos preços dos imóveis residenciais no país ficou abaixo da inflação, segundo a pesquisa FipeZap. O custo médio do metro quadrado registrou em julho um crescimento de 0,13% na comparação com junho. Na relação com o mesmo mês do ano passado, a alta foi de 4,03% e marcou a sétima vez consecutiva de queda real de preços.
As variações foram menores do que as projetadas por analistas ouvidos pelo Boletim Focus, do Banco Central (BC), que esperam um aumento de 0,58% para o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPCA) no mês de julho e um crescimento de 9,52% do indicador na base anual.
O comportamento dos preços tem sido influenciado pela restrição do crédito imobiliário, queda da renda e aumento do desemprego, com impacto sobre os estoques e os cancelamentos de vendas das incorporadoras.
Segundo a pesquisa, quase todos os municípios que compõem o indicador tiveram variações menores do que a inflação, sendo que Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Vila Velha e Niterói apresentaram queda nominal na comparação mensal. Apenas Florianópolis e Vitória tiveram elevação mensal maior que a do IPCA.
A cidade com o metro quadrado mais caro continua sendo o Rio de Janeiro (10.631 reais), seguida por São Paulo (8.602 reais). Os dois municípios com os menores preços são Contagem (3.568 reais) e Goiânia (4.183 reais).
No ano até julho, o índice FipeZap ampliado registrou um crescimento acumulado de 1,51%. No mesmo período, a inflação esperada para o IPCA (IBGE) é de 6,79%. Dessa maneira, o preço médio anunciado do metro quadrado para venda nas 20 cidades pesquisadas aumentou sua queda real para 4,94% em 2015. O Índice FipeZap Ampliado é compilado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) a partir dos anúncios de venda no site Zap.
(Com Estadão Conteúdo)

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Bertrand Asfora é reconduzido ao cargo de procurador-geral de Justiça



Quatro dias após receber a lista tríplice, o governador Ricardo Coutinho (PSB) anunciou por volta das 12h30 desta sexta-feira (7), por meio do seu Twitter, a nomeação do atual procurador-geral de Justiça do Ministério Público da Paraíba (MPPB), Bertrand de Araújo Asfora, para mais dois anos à frente da instituição.
A lista tríplice de nomeação de procurador-geral de Justiça para o biênio 2015/2017 foi entregue ao governador pelo procurador-geral de Justiça em exercício, Nelson Antônio Cavalcante Lemos, na tarde da última segunda-feira (3) – por volta das 16h –. O ato havia ocorrido nas dependências da Granja Santana, residência oficial do governador do estado, no Bairro de Miramar, em João Pessoa.
Bertrand Asfora encabeçava a lista e o governador poderia nomear o novo procurador dentro de 15 dias. Na eleição realizada no último dia 29 no MPPB, os promotores de Justiça Bertrand de Araújo Asfora, Ádrio Nobre Leite e Carlos Romero Lauria Paulo Neto, respectivamente, foram os três mais votados pelos membros da instituição e passaram a compor a lista tríplice de nomeação entregue ao governador.
Bertrand Asfora obteve 133 votos (63%) dentre os 215 membros (procuradores e promotores de Justiça) que compareceram à votação. A lista ainda trazia o segundo colocado, Ádrio Nobre Leite, que registrou 113 votos (54%); e o atual secretário-geral da instituição, Carlos Romero, que obteve a terceira colocação na votação, com 109 votos (52%). A posse de Bertrand no novo mandato ocorrerá no próximo dia 29.

PB-Hoje

Procurador é assaltado em posto de combustíveis no Cariri


posto
O Procurador da Prefeitura de Juazeirinho, José Barros, teve o celular roubado, nessa quinta-feira (6), durante ação de bandidos em um posto de combustíveis, localizado às margens da BR-230, na altura do Km 241.
O advogado estava abastecendo o veículo no momento em que dois homens chegaram em uma motocicleta e anunciaram o assalto ao estabelecimento.
De acordo com informações, os criminosos roubaram uma quantia em dinheiro do posto e alguns pertences dos clientes que estavam  no local no momento.
A polícia foi acionada e conseguiu deter um dos suspeitos de ter praticado o crime. Os policiais estão em diligência para tentar localizar o outro suspeito.
MaisPB

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Nova Honda CG 160 é lançada com preço a partir de R$ 7.990

Por Rafael Miotto
Do G1, em Recife
Honda CG 160 Fan 2016 (Foto: Rafael Miotto/G1)Honda CG 160 Fan 2016 (Foto: Rafael Miotto/G1)
Após revelar o lançamento da Honda CG 160 2016, que substitui a CG 150, a moto mais vendida do Brasil, a fabricante anunciou nesta quinta -feira (6) os preços da moto. A nova geração da CG custará a partir de R$ 7.990, no modelo Fan, e R$ 9.290, na Titan. A previsão é chegar às lojas na segunda quinzena de agosto.
Com o novo motor maior, que havia feito a estreia na NXR 160 Bros, e as alterações no visual, a moto acabou ficando mais cara em cerca de R$ 600.
Antes, a CG 150 Fan partia de R$ 7.357, em sua versão única ESDi - agora chamará apenas CG 160 Fan, deixando de lado as rodas raiadas por de liga-leve.
Enquanto a Titan começava em R$ 8.113, na versão e ESD, e chegava a R$ 8.639, na EX. Para a CG 160 Titan, a ESD não será mais vendida, ficando unicamente com a opção top de linha EX.
A expectativa é atingir 200 mil unidades emplacadas da Fan e 150 mil da Titan quando completar 1 ano de vendas. De acordo com a empresa, a versão de entrada, a CG 150 Start continuará sendo vendida.
Veja os preços da CG 160 2016:
CG 160 Fan: R$ 7.990
CG 160 Titan EX: R$ 9.290
O que muda?
Honda CG TItan 2015 e 2016 (Foto: Divulgação)Honda CG TItan 2015 e 2016 (Foto: Divulgação)
O modelo 2016 da CG é a 9ª geração da família e recebeu o novo motor de 1 cilindro e 162,7 cc de cilindrada, que trouxe mais potência e torque comparado com a 8ª, que foi apresentada em 2013.
Com injeção eletrônica e sistema flex, o monocilíndrico rende 15,1 cavalos de potência máxima a 8.000 rpm e 1,54 de torque a 6.000 rpm.
Na CG 150, o motor de 1 cilindro e 149,2 cc rende 14,3 cavalos de potência a 8.500 rpm e 1,45 kgfm a 6.500. Como já fazia o modelo 150, a Honda CG 160 terá como principal rival a Yamaha Fazer 150.
Honda CG 160 Fan 2016 (Foto: Divulgação)Honda CG 160 Fan 2016 (Foto: Divulgação)
Visual foi modificado
Apesar de manter a identidade do modelo anterior, houveram mudanças nas carenagens frontais, semi-carenagens laterais, defletores e assentos. O tanque também foi alterado, com linhas mais altas na pare superior e a inclusão de uma tampa mais esportiva.
Ainda há diferenciação visual entre a Fan e a Titan, com a segunda recebendo diferenças nos defletores laterais, suporte de placa na rabeta, protetores e ponteiras de escape, além de pedal de freio e pedaleiras.
Ainda sobre o modelo top de linha Titan, este possui pneu traseiro de perfil mais largo e perfil mais baixo. O chassi segue o mesmo da geração anterior, mas recebeu reforço para adotar o novo motor.
Na traseira, possuem amortecedores duplos e mola, com 106 mm. Os freios das duas versões possuem disco dianteiro simples de 240 mm; e tambor traseiro, com 130 mm. O sistema CBS (Combined Brake System) equipa apenas o modelo CG 160 Titan.
Cores
A CG 160 Fan 2016 será disponível nas cores vermelha, cinza e preta, enquanto a CG 160 Titan terá opções vermelha, branca e preta. De acordo com a empresa, a garantia é de 3 anos e sem limite de km.
Honda CG 160 Titan 2016 (Foto: Rafael Miotto/G1)Honda CG 160 Titan 2016 (Foto: Rafael Miotto/G1)

Lucro da Petrobras no segundo trimestre cai 90% e fica em R$ 531 milhões

PETROBRÁSA Petrobras fechou o segundo trimestre deste ano com lucro líquido de R$ 531 milhões, uma queda de 90% em relação aos R$ 5,3 bilhões obtidos no primeiro trimestre. O número divulgado pela estatal nesta quinta-feira também é menor que os R$ 5 bilhões registrados entre abril e junho do ano passado. O mercado previa um lucro líquido entre R$ 2,6 bilhões e R$ 4,6 bilhões no segundo trimestre do ano. Mas a companhia obteve o menor lucro para um segundo trimestre desde 2012, quando o ganho foi de R$ 1,3 bilhão. No semestre, o lucro líquido foi de R$ 5,8 bilhões, 43% abaixo do registrado nos seis primeiros meses de 2015.
Já a geração de caixa operacional, medida pelo Ebitda, ficou em R$ 9,4 bilhões, o que representa um recuo de 29% em relação ao primeiro trimestre.
BENDINE: ‘ESTAMOS SATISFEITOS COM O RESULTADO’
Apesar de números tão baixos, o presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, ficou satisfeito:
— Estamos satisfeitos com o resultado operacional neste trimestre. Fizemos algumas mudanças, como o lançamento de alguns tributos que incidem no resultado líquido da empresa — disse Aldemir Bendine, presidente da Petrobras.
Foram três eventos, segundo Bendine, que afetaram o resultado líquido. Além das baixas contábeis, houve o pagamento de ações relativas ao pagamento de tributos.
— Tínhamos ações relativas de pagamento de IOF entre 2007 e 2010. Não havia provisão para isso. A tese que defendíamos era frágil para continuar por via judicial. O valor dessa ação era de R$ 3,3 bilhão e conseguimos reduzir para R$ 1,6 bilhão. Uma parte foi paga por caixa; e outra, por prejuízo fiscal. Há outras três ações em curso. E assim lançamos provisão de R$ 2,6 bilhões enquanto aguardamos a decisão — afirmou o presidente da estatal.
O executivo destacou ainda que, ao fazer o plano de negócios, variáveis comprometeram uma série de ativos na área de gás e energia.
— Ativos nos quais não conseguimos ter recursos para continuar, nos imputou a cancelar alguns empreendimentos. E por isso hibernarmos esses projetos — disse Bendine.
Questionado se a Petrobras estava pagando os valores referentes aos processos tributários para o governo aumentar o superávit fiscal, Bendine foi taxativo:
— Superávit é um problema do Tesouro. Ninguém está aqui para fazer caixa para o Tesouro. Vamos pagar se for vantajoso — disse Bendine.
PERDAS COM DEFASAGEM
A baixa contábil de R$ 1,3 bilhão e o reconhecimento de despesa tributária referente a IOF no valor de R$ 3,9 bilhões explicam a queda tão forte no lucro líquido, segundo o analista independente Flavio Conde, do blog What´s call. Ele esperava o reconhecimento de despesa tributária de R$ 1,7 bilhão.
Esses dois fatores também explicam por que o resultado ficou tão abaixo do esperado pelos analistas, que não apostavam em novas baixas contábeis. A desvalorização cambial de 40,1% entre o segundo trimestre do ano passado e o mesmo período deste ano também tiveram influência. Pesou ainda a queda do preço do petróleo no mercado internacional.
No segundo trimestre deste ano, a Petrobras voltou a ter prejuízos com a venda da gasolina no mercado interno, já que o preço vendido nas refinarias do país pela Petrobras voltou a ser menor do que a estatal paga no mercado internacional. Isso ocorreu por conta da valorização da moeda americana e também pelo aumento de preços da gasolina no Hemisfério Norte devido ao período de verão.
Segundo cálculos do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), de abril a junho deste ano, a gasolina foi vendida pela Petrobras 6,8% mais barata do que paga no exterior. Já com o diesel, a Petrobras ainda tem margem positiva: a estatal vende no país com um preço 8,6% maior do que compra no exterior.
Segundo a empresa, o lucro reflete “as maiores despesas operacionais, compensadas parcialmente pelo maior lucro bruto”. No primeiro semestre do ano, as despesas operacionais somaram R$ 25,2 bilhões, como a despesa tributária de R$ 3,9 bilhões (IOF sobre operações de mútuo com empresas no exterior) e de R$ 1,3 bilhão, referente a novas baixas contábeis de ativos neste segundo trimestre. De acordo com a empresa, essa baixa se refere a projetos que ficaram sem orçamento.
Mario Jorge Silva, gerente da estatal, destacou ainda as perdas financeiras de R$ 11,7 bilhões, com alta da despesa com variação cambial e com o aumento de juros e o pagamento de R$ 1,3 bilhao referente ao pagamento de juros sobre despesas financeiras de IOF.
— O lucro do segundo trimestre foi de meio bilhão de reais, pois todos esses descontos foram feitos nesse período — Silva.
REAJUSTE DE PREÇO DOS COMBUSTÍVEIS
O economista Thiago Biscuola, da RC Consultores, acredita que, se continuar a defasagem dos preços da gasolina nos próximos meses, se abre espaço para o governo autorizar um reajuste de preços dos combustíveis ainda este ano. Segundo Thiago, somente em julho a gasolina foi vendida a um preço 8,5% inferior ao mercado internacional, enquanto o diesel ainda estava 16% mais caro.

— Enquanto a Petrobras continua se beneficiando com a venda do diesel, que mantém um cenário favorável de preços, a venda interna de gasolina segue com defasagem, principalmente com o processo de desvalorização do real. O retorno da defasagem do preço da gasolina indica que talvez haja a necessidade de um novo reajuste de preço no combustível até o final de 2015 — destacou Thiago Biscuola.
Atualmente, a defasagem com o preço da gasolina está em 7,3%. Já o óleo deisel está sendo vendido no país cerca de 20,3% mais caro, segundo o CBIE. Mas, na média do primeiro semestre, o preço da gasolina vendida no país ficou 6,6% acima da média dos preços internacionais e o óleo diesel 17,1% acima dos preços internainais.
Após cinco meses de atrasos e expectativas, a Petrobras divulgou em abril último o balanço auditado de 2014. A companhia registrou no ano passado um prejuízo de R$ 21,6 bilhões, contra um lucro de R$ 23,6 bilhões em 2013. O resultado negativo se deveu, principalmente, à baixa contábil de R$ 6,2bilhões, referentes a perdas estimadas com corrupção entre ex-funcionários da companhia e fornecedores descobertos pela Operação Lava-Jato da Polícia Federal. No balanço do ano passado a Petrobras ainda fez uma baixa contábil de R$ 44,6 bilhões referentes a prejuízos estimados em vários projetos por má gestão, câmbio, entre outra coisas. Já no primeiro trimestre deste ano.
O Globo
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